Sindicato dos Servidores da Assistencia Social e Cultural do GDF

Ato público pede pela vacinação dos servidores da assistência social

15/04/2021 09:16


Manifestação é realizada nesta sexta (16 de abril) no Centro Pop de Taguatinga


Os servidores da assistência social do Governo do Distrito Federal (GDF) se mobilizam nesta sexta-feira (16 de abril) para pressionar o Executivo a incluir a categoria nos grupos prioritários da vacinação contra a Covid-19. O ato público, promovido pelo Sindicato dos Servidores da Assistência Social do GDF (Sindsasc) é no Centro Pop de Taguatinga, uma das unidades que presta apoio à população de rua do DF. A manifestação respeita o distanciamento social e de maneira híbrida, com transmissão pelas redes sociais da entidade.

Uma das unidades que mais registra aglomeração, os Centros Pop, com unidades na Asa Sul e em Taguatinga, é um dos principais focos de preocupação da entidade que representa dos servidores da assistência social. “O Centro-Pop de Taguatinga é um equipamento público de grande relevância social e está cada dia mais pressionado pelo aumento acelerado da demanda causada pela pandemia. A aglomeração é cotidiana, colocando em risco servidores, terceirizados e o público atendido”, explica o presidente do Sindsasc.


Calamidade
Em meio ao constante risco de contaminação, os servidores dos Centro Pop acionaram oficialmente a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), por meio de ofícios, para solicitar a vacinação, já que os profissionais que atuam nessas unidades têm contato direto com o público.

Segundo levantamento feito pelo Sindsasc, o índice de mortalidade entre os servidores da assistência social é o mesmo registrado entre os policiais militares do DF, categoria que começou a ser imunizada. Na Polícia Militar do DF, houve o registro de três mortes, de um total de 10 mil policiais da ativa, o que representa 0,2% de mortes na categoria. Na assistência social, de um total de 1.500 servidores da ativa, o registro foi de três mortes, o que também resulta em um índice de mortalidade de 0,2%.


O ato público acontece junto com a interrupção dos serviços nesta sexta, dia 16, e é um alerta e um protesto contra o descaso do GDF em relação à assistência social que, embora seja considerada serviço essencial e está em trabalho presencial durante toda a pandemia, foi excluída dos grupos prioritários da vacina contra a Covid-19.

 


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