SINDICATO PETICIONOU JUDICIÁRIO ACERCA DO DESCUMPRIMENTO DE DECISÃO JUDICIAL POR PARTE DA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL. Temos recebido diversas informações de colegas alarmados com a persistência da Sedes em descumprir decisão judicial e manter a Circular 02/2021, da Secretaria-Executiva.
Orientamos os colegas a não aceitarem a colocação de qualquer código de natureza punitiva. Na parte onde se assina, pode ser colocado “greve”, “paralisação” ou “atividade sindical”. O código pode ser o 322. Qualquer código que reverta em prejuízo ao servidor está proibido por decisão judicial e os gestores serão denunciados se insistirem em descumprir o disposto na Decisão referente ao processo 0703799-09.2021.8.07.0000.
A Sedes insiste com sua impostura própria de quem não conhece a altivez da nossa categoria. Enquanto lutamos pela vida, consubstanciada, neste momento, pela reivindicação de vacinar servidores que trabalham em serviço essencial, a senhora secretária segue sua rotina de autopromoção, assessorada por um major da PM de Mato Grosso que desconhece o que é assistência social e tem se revelado, a exemplo de quem lhe nomeou, um projeto de ditador.
Essas figuras desqualificadas para atuar na assistência social, em algum momento não estarão mais em nosso meio, porque aqui estão somente por indicação política, desconectada das reais necessidades do público atendido pela assistência social e segurança alimentar. Nós, de nossa parte, continuaremos na labuta diária ao lado do povo, sempre em defesa dos nossos direitos e dos direitos da população que atendemos.
Parafraseando o grande literato: ELES PASSARÃO, NÓS PASSARINHOS. Não há gaiola opressora – e ilegal – que nos prenda ou nos ameace.
GOVERNO BOLSONARO, ALIADO ÀS PRESIDÊNCIAS DO SENADO E DA CÂMARA, PRETENDE CONGELAR NOSSOS SALÁRIOS ATÉ O FINAL DE 2023. No mesmo dia que o Brasil registra o maior número de mortes causadas pela Covid-19, o governo anuncia o encaminhamento para votação, da PEC-186, chamada de “emergencial”, para estender o congelamento salarial até o final de 2023, impedir promoções e progressões, além de acabar com os mínimos constitucionais para saúde e educação. Quando mais o país precisa do SUS, o governo, aliado ao Centrão, engessa recursos da saúde e também da educação. O Sindsasc denuncia essa manobra sórdida e conclama a categoria a se manifestar de todas as formas possíveis, principalmente junto à bancada do DF no Senado, para que rejeitem essa PEC e, se tiverem de buscar recursos para manter o auxílio emergencial, que o façam tributando as grandes fortunas.
REUNIÃO, com servidores(as) da Secretaria da Mulher, CREAS, UNAM e Pró-Vítima.
Pauta: CPI do Feminicídio
26/02, 16h, no sindicato (com limite de 10 pessoas) e via Google Meet (link no 992139528)
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SINDSASC ENTREVISTA - APOSENTANDO NA CARREIRA PUBLICA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL